domingo, 27 de abril de 2014

Qual Lady Mary

Qual Lady Mary, mas de sapatilhas e bilhete de entrada, lá fui eu, com o Highclere Castle à minha espera. Comprei as entradas em novembro, quando anunciaram os dias de abertura na Páscoa. Para mim, como para qualquer fã da série Downton Abbey, este é um lugar obrigatório de peregrinação. É claro que não fui só por causa da série (mas quase).
A verdade é que, seja pela série, seja pelo castelo em si, a coisa vale mesmo a pena. Por só abrirem ao público em dias muito específicos, surpreendeu-me não encontrar uma romaria com direito a engarrafamentos. Pelo contrário, os visitantes não eram muitos e a propriedade, que inclui castelo e jardins, é tão extensa que as pessoas se encontram suficientemente dispersas.
Apesar de não permitirem fotografias no interior da casa, quase todos os compartimentos são visitáveis. Começa-se na biblioteca, passa-se em algumas salas de estar, nos diferentes quartos (e casas de banho), desce-se a escadaria que dá para a ala central do edifício e visita-se a sala de jantar. É uma sensação ótima reconhecermos os recantos da casa em que se passaram determinadas cenas, parece mesmo que as personagens vão surgir do nada.

















À saída, mas ainda dentro da propriedade.

É boa ideia trazer o almoço, o espaço no jardim é infinito e, apesar da visita ao castelo estar limitada à parte da manhã ou da tarde, os visitantes podem ficar o dia todo na zona exterior.
A viagem nesta altura do ano é particularmente bonita porque grande parte do percurso está cercado por campos de um amarelo intenso, que resulta da plantação de flores para a produção de óleo de canola (ou colza, o que quer que isso seja). Para além disso, o castelo fica a menos de uma hora de Stonehenge.


A foto possível dos campos amarelos

Quanto ao Downton Abbey, apesar de ainda não lhes ter perdoado terem morto o Mathew, aguardo ansiosamente a próxima temporada. 

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