segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Boris Johnson ou o tipo mais cool de Inglaterra

Se me perguntassem porque é que o Boris Johnson tem tanta pinta, não saberia muito bem explicar. Mas tem. (E, uma vez mais, politiquices à parte).






sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Coisas inesperadas

Quem me conhece sabe da paixão que nutro por aviões. Sentar o rabo numa aeronave, é uma daquelas coisas que me deixa fora de mim... Aliás, a paixão é tanta que há cerca de um ano entrei num curso da TAP para pessoas aerofóbicas, que é como quem diz pessoas que têm um medo que se pelam de andar de avião. Eu era assim. Ainda sou um bocado, mas agora muito menos.

Não sei bem de onde é que a coisa vem. Será daquela vez, há anos, em que passei a noite no aeroporto do Funchal debaixo de uma tempestade à espera que o avião fosse capaz de descolar e mesmo quando descolou a coisa foi tão feia que havia homens feitos a chorar? Será da minha natureza ligeiramente controladora que não me permite viajar confortavelmente sem saber muito bem como é que a coisa está a ser conduzida lá à frente? Perdi a conta à quantidade de vezes que fiz esta pergunta a mim própria sem nunca descobrir com certeza o que estará na origem disto. Depois li algures que "há dois tipos de pessoas: as que têm medo de andar de avião e as mentirosas". Bem, a verdade é que olhando à volta num avião percebo que muitas pessoas não estão propriamente relaxadas, principalmente naquele momento maravilhoso, surreal, que é a descolagem. Mas há pessoas sem medo. Há. Eu vivo com uma. Na noite antes de viajar para a Austrália, por exemplo, o A. dormiu que nem um bebé e na manhã da partida estava tão relaxado como se fosse apanhar o comboio Braga-Porto. Eu, incrédula, perguntei-lhe vezes sem conta! "Mas não te sentes nervoso, nem um bocadinho?" - Não, ele de facto não estava. Nunca está. Até come autênticos banquetes nos almoços antes dos voos, quando eu não consigo engolir nada.

Depois de ter feito o programa da TAP e de ter aproveitado cada minuto para bombardear engenheiros, pilotos e hospedeiras com perguntas que tinha atravessadas há anos, a coisa está bem melhor. O voo terapêutico também ajudou: Lisboa-Madrid, e calhou-me o lugar ao lado do engenheiro aeronáutico, um dos formadores. Pobre homem, levou com as minhas perguntas o voo todo... Havia que aproveitar!

Apesar de tudo, houve uma pergunta que me escapou... nem sei como, de tão óbvia! Será que as próteses dos braços dos pilotos podem cair quando estão a aterrar o avião?


BBC news

Para ser sincera, não percebi bem à primeira. "Será que chamam arm a uma parte qualquer do painel de controlo?...". Aos poucos lá fui encaixando a notícia. Mesmo assim, não conseguia muito bem acreditar. Como é possível o piloto perder o braço? Parece um sketch do Gato Fedorento!

A experiência mostrou-me que a imaginação de uma pessoa com medo pode ser de uma criatividade excecional. Não fica nada de parte, todos os cenários, todos os pormenores, as hipóteses mais estranhas e improváveis. Mas não me tinha preparado para isto! Agora, para além de todos os cenários catastróficos que me passam pela cabeça antes de um voo, vou ter de acrescentar um, que, sabe-se lá como, tinha-me escapado: "E se o braço do piloto cai enquanto estamos a aterrar?".

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Jumanji

A par com o ET, o Jumanji é dos primeiros filmes de que tenho memória. 
É incrível como, mesmo sem nos apercebermos, estas pessoas entram de fininho das nossas vidas e lá ficam, a acompanhar tantos momentos, desde a infância até agora.
Triste notícia, esta.





terça-feira, 5 de agosto de 2014

Gabarolice do dia

É mesmo isso, uma gabarolice pegada, mas às vezes também é preciso. Comecei o dia com o resumo do meu julho pelo Endomondo. Agora só me resta o dedo melhorar, conseguir calçar as sapatilhas e começar o meu agosto.




segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Fim de semana no continente

Mais para lá do que para cá, mas com vontade de (qualquer dia) contar tudo em jeito review, que agora parece que me deu para isso. Fim de semana em Lille, com uma breve passagem pela Bélgica para, finalmente, conhecer Bruges. Em três dias, matar três vezes saudades de waffles a sério. Conduzir o carro inglês no continente, voltar a atravessar o Canal da Mancha de ferry e dizer adeus e olá aos penhascos brancos de Dover. Na volta, perceber que contornar Londres pelo Norte, faz o caminho muito mais rápido, mesmo pagando duas libras de portagem e passando por baixo do Tamisa. Chegar a casa já depois da hora de deitar, mas mesmo assim apanhar o take-away chinês aberto e acertar na escolha do arroz frito com camarão. Tudo isto e o dedo mindinho do pé a evoluir positivamente.

Não tendo estado muito virada para fotografias, aqui ficam algumas, por ordem cronológica.