domingo, 22 de junho de 2014

O Mundial visto daqui (continuação)

O A. convenceu-me. Pela primeira vez na vida ficarei acordada (muito mais) do que o suposto para ver um jogo de futebol em direto. O dia aqui começa a rolar cedo, à semana o despertador toca às 5 e meia e, portanto, por volta das 10 da noite já estamos mais para lá do que para cá. Isto faz com que ver um jogo de futebol com início marcado para as 23 horas seja uma atitude de enorme valentia.
A verdade é que nunca na minha vida vi tantos jogos como durante este Mundial. É a escolha para o serão nos últimos tempos, ver o jogo das 8 até cair para o lado. Acrescente-se que não estou a par de nada do que se passa no mundo futebolístico, não conheço as equipas, nao conheço os treinadores, confundo os jogadores todos e assim bem bem só sei quem são o Ronaldo e o Messi. Prova disso é outro dia ter comentado com o meu irmão que era canja porque estávamos no grupo do Gana e dos Estados Unidos, que eram equipas que ninguém dava nada por aquilo, e ele ter precisamente respondido que aquilo era comentário de quem nao percebia nada de futebol. 
A bandeira até caiu da parede cá de casa com o peso da derrota de Portugal no último jogo. No entanto, ponderamos levantá-la outra vez e até eventualmente, se a coisa mais para a frente correr bem, colocá-la bem visível na janela para que a vizinhança saiba quem mora (e manda) aqui. A ver vamos. Para já o maior desafio será mesmo aguentar os olhos abertos até ao final do jogo.

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