quinta-feira, 18 de junho de 2015

Posso estar nisto para sempre

Tropecei num livro em grande destaque, muito falado, de uma Paula Hawkins, chamado A Girl on the train. Embora saiba que os números de vendas de livros nem sempre são diretamente proporcionais à qualidade dos mesmos, decidi trazê-lo comigo. Andava desleixada nas minhas leituras e sei que é importante ter sempre um bom livro de cabeceira, ideia que tenho como certa desde a era de Uma Aventura, Arrepios, Triângulo Jota e Adrian Mole.
Agravelmente impressionada depois de ter lido o livro, fui pesquisar sobre a autora. Numa entrevista, ela refere que muita da inspiração para escrever este A girl on the train veio de Agatha Christie e em particular de um livro chamado And then there were none (Convite para a morte, na versão portuguesa). Tendo crescido com uma mãe fã de Agatha Christie, nunca me ocorreu pegar num dos muitos livros dela que andam lá por casa dos meus pais. Pensei que tinha chegado a altura e já que And then there were none é o policial mais lido de todos os tempos, não sobraram grandes dúvidas quanto à minha próxima leitura. Comprei o paperback mais barato que encontrei na Amazon e li-o em dois ou três dias. Ainda na ressaca de todos aqueles crimes e com o epílogo ainda a pairar na minha cabeça, descobri neste blog (também emigrado) a referência a outro bom policial de um autor norueguês que tinha como principal inspiração precisamente Agatha Christie. Trouxe-o com algum pó, de uma prateleira escondida da secção de crime da livraria aqui da terra. The Human Flies (Crime num quarto fechado), de Hans Olav Lahlum promete já nas primeiras páginas.







2 comentários:

  1. Também gosto muito de Agatha Christie, devo ter lido dezenas dos livros dela ao longo dos anos. :) Ainda hoje, se apanho um a jeito, leio ou releio, conforme o caso.
    Vinha um excerto de uma entrevista interessante com o neto dela no público de hoje (ou na visão de ontem?), a propósito de uma reedição de um livro dela numa colecção.

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