segunda-feira, 22 de junho de 2015
Ultimamente, correr é como sair acompanhada de um menino mimado e caprichoso que faz birras quando quer e que explode se não o levo para casa assim que se cansa do passeio. Disse-me a ortopedista que a culpa é da anca, mas eu acho que não se deve pôr assim a culpa nos outros. A culpa é dele, da enorme criatividade que tem para desenvolver queixumes de toda a espécie, por dá-cá-aquela-palha. Eu falo-lhe de mansinho, abrando o ritmo, que talvez esteja apenas a passar por uma fase mais sensível, mas fases não costumam durar tanto. Isto deve ser traço de personalidade, um joelho difícil de nascença, um caso perdido que só está feliz entregue à preguiça.
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